quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

O aniversário do Movimentum - Arte e Cultura



Documento distribuído - e que rapidamente se esgotou - na tertúlia "Noites de Poesia em Vermoim" do passado dia 2 de Dezembro de 2017.
Um abraço,
José Gomes

domingo, 3 de dezembro de 2017

Noites de Poesia em Vermoim - a reportagem


Foi a última Noite de Poesia deste ano. Muito frio, mas mesmo assim muitos amigos vieram passar connosco esta Noite. Como disse alguém, "vir às noites de Poesia com este frio não é para todos"...

Em nome do Movimentum que acabou por fazer 24 anos de actividades ligadas à Cultura, agradecemos os parabéns e as palavras ditas pelos presentes. A Dra. Olga Freire dirigiu palavras muito elogiosas ao Movimentum e deu-nos mais força e mais vontade de continuarmos esta missão.

Mariana Moreira, de 14 anos, aluna da Filarmonia de Vermoim, dedicou-nos, dedilhando uma viola, primeiro música da sua autoria e mais tarde canções de Natal.

Na Poesia tivemos declamações dos poetas Guilherme Garrincha, Manuel Bastos, Teresa Gonçalves, Jaime Gonçalves, Manuela Miguéns, Silvino Figueiredo, José Gomes, Marília Teixeira, Manuela Carneiro e Angelino Santos Silva.

Na "Poesia na Net" tivemos leituras dos poema enviados por  Fernanda Maia, José Oliveira Ribeiro e Maria Antónia Ribeiro.

Chamamos a vossa atenção para as seguintes actividades;

  • 16 de Dezembro de 2017 - Exposição de Antigos Carrinhos de Bombeiros, na Escola Príncipe da Beira, em Gueifães, Cidade da Maia.
  • 23 de Dezembro de 2017 (á tarde) - Actividades ligadas ao Natal no Zoo da Maia.
  • 6 Janeiro de 2018 - a nossa habitual Noite de Poesia cujo tema é INÍCIO.


Um BOM NATAL para todos e um excelente ANO NOVO.

Até para o ano.
José Gomes

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Parabéns MOVIMENTUM...


Yupiiiii!!!!! E já lá vão 24 anos do Movimentum - Arte e Cultura (@mov_ac), um pequeno grupo cultural com o qual tenho colaborado (principalmente nos últimos meses) e do qual faz parte o meu Pai (filha babada 😜)....
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Ao @mov_ac deixo aqui os votos de que daqui a outros 24 anos ainda ande por aqui a bombar cultura, arte, poesia, música, etc.
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FELIZ ANIVERSÁRIO 🎂 ·


quinta-feira, 30 de novembro de 2017

24 Anos a Espalhar Cultura!!!

Movimentum - Arte e Cultura

24 Anos (não) São Muitos Anos... ;-P



Hoje o Movimentum - Arte e Cultura anda de fraldinhas novamente! Já é o 24º ano de fraldas, mas já esperamos ansiosamente pelo próximo ano!

Com altos e baixos (como todos, hoje em dia), lá vamos nós furando as paredes e muralhas que se apresentam à nossa frente, sempre sem esmorecer... A nossa força, de onde vem?, perguntas TU AMIGO! A nossa vontade, força e coragem nasce do VOSSO apoio, como não podia deixar de ser!

Em nome do Movimentum, o nosso OBRIGADO e vê-mo-nos já no próximo sábado!

 NATAL OUTRA VEZ

domingo, 5 de novembro de 2017

"Noites de Poesia em Vermoim" -A reportagem de 4 de Novembro 2017


A Mesa foi constituída por mim, Dra. Olga Freire , Dra. Marta Peneda e Mário Jorge. Foram dados os parabéns à Dra. Olga pela sua vitória eleitoral e desejadas as melhores felicidades para a execução do seu cargo.
Este ano de 2017 tem sido terrível. Foi lido por José Gomes umas simples palavras pelo desaparecimento físico de Rui de Barros que foi um dos poetas que nos acompanhou nas nossas Sessões de Poesia e nas Exposições e outros trabalhos que levamos a cargo, no início do Movimentum, em S. Mamede Infesta. Deixo-vos com o texto que li no início desta Sessão:

Despedida a Rui de Barros
Rui de Barros foi um dos nossos companheiros de jornada que acompanhou o Movimentum durante os nossos primeiros anos de vida. Na Poesia, na Pintura, nas Exposições, na Música, sempre atento, com boas ideias, com a sua alegria, com a sua experiência em todos estes campos. Foi um AMIGO, sempre pronto a ajudar. Lembro-me daqueles 8 dias loucos da ExpoArte, na Junta de Freguesia de S. Mamede Infesta, em que foi incansável e sempre criativo.
Lembro-me da sua partida para o Brasil…
Depois…
Depois aqueles cartões de boas-festas pelo Natal…
Agora só esta notícia dura e crua que apareceu na Net.
Mais tarde a sua companheira Delane Guimarães escrevia:
Gostaria de agradecer a todas as manifestações de carinho e grande amizade ao companheiro da minha vida Rui Barros. É um momento de muita tristeza e saudade, mas tenho a certeza que ele está em paz, porque assim o merece. O Rui sempre se referia aos amigos com muita cumplicidade. Uma cumplicidade de irmãos. Escolheu o Brasil para reiniciar sua vida a meu lado, mas nunca esqueceu os amigos do peito, como ele dizia. Sempre relembrava as exposições, a escola de samba e os encontros musicais e de poesia. Quero deixar meu abraço e agradecimentos a todos, e minhas desculpas por não ter deixado aqui o aviso do seu falecimento. Mas gostaria que entendessem o quanto duro e difícil é um momento como este. Mais uma vez, em nome do Rui, um grande abraço e uma gratidão profunda a todos

Descansa em Paz, Rui de Barros.
Até sempre, Companheiro e Amigo.

José Gomes,
4 Novembro 2017



Demos, então, início propriamente à "Noites de Poesia em Vermoim" cujo tema foi CASTANHAS E VINHO.
Declamaram os poetas José Oliveira Ribeiro, Ilídio Cruz, Guilherme Garrincha, Virgínia Sousa, Manuel Bastos, Manuela Miguéns, Jaime Gonçalves (dois poemas dedicados aos poetas Armindo Gonçalves e Inocêncio Vidal, recentemente falecidos) e José Gomes.
Os "Momentos Musicais" estiveram a cargo do poeta e canto-autor Manuel Bastos.
Colaboraram na rubrica "Poesia na Net" os poetas:
Fernanda Maia e Silvino Figueiredo.
A próxima Noite de Poesia em Vermoim será no dia 2 de Dezembro de 2017 e o tema proposto é:
NATAL OUTRA VEZ

A Sessão terminou com um alegre convívio em que a CASTANHA ASSADA foi rainha, acompanhado com uma pinguinha e as canções do Manuel Bastos.
O Movimentum agradece à Junta de Freguesia da Cidade da Maia esta surpresa.




Então até 2 de Dezembro.
Um abraço para todos.
José Gomes

domingo, 8 de outubro de 2017

Reportagem da "Noites de Poesia em Vermoim - 7 Out. 2017

Mesa composta por José Gomes, Maria Mamede, Mário Jorge e Palmira Costa

José Gomes iniciou esta Tertúlia com a leitura deste documento:

"Elogio ao poeta João Diogo

João Diogo partiu no passado dia 4 de Setembro.
Foi, desde o início das Sessões de Poesia ainda em Vermoim, um assíduo poeta que nos emprestava – ele e a mulher Lourdes – uma alegre e sempre bem-disposta tertúlia.
Partiu para o Brasil mas sem nunca nos esquecer, enviando mensalmente a sua poesia para ser lida aqui, ou por mim ou pela Maria Mamede.
Em 4 de Setembro de 2017 partiu… nesse dia brilhou mais uma estrela no Universo.
Mais uma vez damos um abraço à Lourdes, acompanhando-a na sua dor. Muita FORÇA, amiga.
Em meu nome, no do Movimentum, da Junta de Freguesia da Cidade da Maia, dos Poetas e Amigos aqui presentes deixamos à Lourdes e a toda a sua família os nossos sentimentos e toda a FORÇA que bem precisam nesta hora de saudade e de dor.
Descansa em Paz, amigo poeta João Diogo.
Peço-vos uma salva de palmas em sua honra.

José Gomes,
7 de Outubro de 2017"

Colaboraram nesta Noite de Poesia os Poetas:
Manuel Bastos, Guilherme Garrincha, José Oliveira Ribeiro, Jaime Gonçalves, Filipe Coelho (foi a primeira vez que esteve connosco),  Hermínio Teixeira, Fernanda Maia, José Gomes, Angelino Santos Silva, Marília Teixeira, Sebastião Oliveira, Maria Mamede, Nelson Ferraz e José Carlos Moutinho.

Os "Momentos Musicais" estiveram a cargo de André Rodrigues, aluno da Escola de Música da Filarmonia de Vermoim, que interpretou ao Piano "What a wonderful world", de George Weiss e "Tom Waits" de António Pinho Vargas.

A próxima "Noite de Poesia em Vermoim" será no dia 4 Novembro 2017 e o tema é "CASTANHAS E VINHO".

Até lá... um abraço,
José Gomes

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Chile - 11 Setembro de 1973 - PARA NÃO ESQUECER


11 de Setembro de 1973
Golpe militar no Chile - 44 anos depois

Em 11 de Setembro de 1973, as forças armadas chilenas, comandadas pelo general Augusto Pinochet e com o apoio e financiamento dos Estados Unidos e da CIA, bem como de organizações terroristas chilenas, como a “Patria y Libertad”, derrubaram o governo de Unidade Popular de Salvador Allende, democraticamente eleito 3 anos antes.
No dia 10 de Setembro de 1973, a esquadra chilena zarpou, como estava previsto, para participar nos UNITAS, um tradicional exercício naval entre as marinhas dos Estados Unidos e as marinhas latino-americanas.
A armada chilena regressou ao Chile na manhã de 11 de Setembro e tomou rapidamente a cidade de assalto, enquanto os navios de guerra dos Estados Unidos ficaram de prevenção no limite das águas territoriais chilenas.
Se tivesse havido resistência armada ao golpe de estado, o plano previa que os “marines” invadissem o Chile, a pretexto de "preservar a vida de cidadãos norte-americanos".
Um avião WB-575 - um centro de telecomunicações - da força área norte-americana, pilotado por militares norte-americanos, sobrevou o Chile. Simultaneamente 33 caças e aviões de observação da força aérea norte-americana aterraram na base aérea de Mendonza, na fronteira da Argentina com o Chile.
"Estas são as minhas últimas palavras…
Certamente, esta será a última oportunidade em que poderei dirigir-me a vocês. A Força Aérea bombardeou as antenas da Rádio Magallanes.
As minhas palavras não têm amargura, mas sim, decepção. Que sejam elas um castigo moral para quem traiu o seu juramento (…)

Colocado num transe histórico, pagarei com a minha vida a lealdade do povo. E digo-lhes que tenham a certeza de que a semente que entregamos à consciência digna de milhares de chilenos, não poderá ser ceifada em definitivo.
Eles têm a força, poderão subjugar-nos. Porém, os processos sociais não se detêm nem com crimes nem com a força. A história é nossa e é feita pelo povo.
Trabalhadores da minha Pátria: quero agradecer-lhes a lealdade que sempre tiveram, a confiança que depositaram num homem que foi apenas intérprete de grandes anseios de justiça, que empenhou a sua palavra no respeito à Constituição e à Lei, e assim o fez.
Neste momento definitivo, o último em que posso dirigir-me a vocês, quero que aproveitem a lição: o capital estrangeiro, o imperialismo, unidos à reação criaram o clima para que as Forças Armadas rompessem a sua tradição, que lhes fora ensinada pelo general Schneider e reafirmada pelo comandante Araya, vítima do mesmo sector social que hoje estará à espera, com mão alheia, de reconquistar o poder para continuar a defender as suas mordomias e os seus privilégios.
Dirijo-me a vocês, sobretudo à mulher modesta da nossa terra, à camponesa que acreditou em nós, à mãe que soube da nossa preocupação pelas crianças. Dirijo-me aos profissionais patriotas que continuaram a trabalhar contra o levantamento popular estimulado pelas associações de profissionais, associações classicistas que também defenderam as vantagens de uma sociedade capitalista.
Dirijo-me à juventude, àqueles que cantaram e doaram a sua alegria e o seu espírito de luta. Dirijo-me ao homem do Chile, ao operário, ao camponês, ao intelectual, àqueles que serão perseguidos, pois no nosso País o fascismo já esteve presente várias vezes: nos atentados terroristas, explodindo pontes, cortando linhas ferroviárias, destruindo oleodutos e gasodutos, perante o silêncio daqueles que tinham a obrigação de tomar providências.
Eles estavam comprometidos. A história irá julgá-los
Certamente, a Rádio Magallanes será calada e o metal tranquilo de minha voz já não chegará até vocês. Mas isso não é importante. Vocês continuarão a ouvi-la. Ela estará sempre junto de vós. Pelo menos a minha lembrança será a de um homem digno que foi leal com a Pátria.
O povo deve defender-se, mas não se sacrificar. O povo não pode deixar-se arrasar nem se deixar balear, mas tampouco pode humilhar-se.
Trabalhadores de minha Pátria, tenho fé no Chile e no seu destino. Outros homens hão-de superar este momento cinza e amargo em que a tradição pretende impor-se. Prossigam vocês, sabendo que, bem antes que o previsto, de novo se abrirão as grandes alamedas por onde passará o homem livre, para construir uma sociedade melhor.
Viva o Chile! Viva o Povo! Viva os Trabalhadores!
Estas são as minhas últimas palavras e tenho a certeza que o meu sacrifício não será em vão. Tenho a certeza de que, pelo menos, será uma lição moral que castigará a deslealdade, a covardia e a traição."

Estas foram as últimas palavras de Salvador Allende, em Santiago do Chile, na manhã do dia 11 de Setembro de 1973. Pouco minutos passavam das 9 horas...

Cercados no palácio presidencial e bombardeados pela Força Aérea, Allende e alguns colaboradores leais resistiram de armas na mão. Foram todos mortos em circunstâncias até hoje desconhecidas.
O exército chileno - liderado por Augusto Pinochet - não teve qualquer humanidade com os militantes do Partido da Unidade Popular. A repressão militar foi vingativa e intolerante.


Pinochet instaurou uma ditadura que durou 17 anos em que foram brutalmente assassinadas 3.197 pessoas (este número inclui 49 crianças de 2 a 16 anos e 126 mulheres, algumas delas grávidas) e mais de 100 mil pessoas presas e torturadas.

Pinochet morreu em Dezembro de 2006 sem nunca ter sido julgado pelos seus crimes.


Homenagem ao Povo do Chile

Foram não sei quantos mil
operários trabalhadores
mulheres ardinas pedreiros
jovens poetas cantores
camponeses e mineiros
foram não sei quantos mil
que tombaram pelo Chile
morrendo de corpo inteiro.

(...)

José Carlos Ary dos Santos
(Fragmento do poema "As Portas Que Abril Abriu")




José Gomes

11 Setembro 2017


domingo, 3 de setembro de 2017

Reportagem da "Noites de Poesia em Vermoim" - 2 Setembro 2017

Abriu-se esta nossa Noite de Poesia com a leitura deste documento apresentado pela Mesa:


Inocêncio Vidal
Cumpre-me informar aos nossos poetas e amigos que o Poeta Inocêncio Vidal partiu no dia 25 de Agosto de 2017.

Inocêncio Vidal nasceu a 26 de Julho de 1933, na freguesia de Torgueda, no concelho de Vila Real, cidade onde estudou e completou o antigo curso dos liceus.
Frequentava o ensino superior quando foi chamado a cumprir o serviço militar, no fim do qual foi colocado no Banco de Portugal em Braga e depois no Porto.
Logo que reformado foi trabalhar para a firma “Vidal Tecidos”, primeiro em Lisboa e mais tarde no Porto.
Amante das artes, publicou um livro de poemas “Inquietude explícita”, em 2001. Participou na publicação da obra “Da poesia: antologia poética da poesia portuguesa contemporânea” e em dez volumes da antologia “Poesis”.
Inocêncio Vidal já não frequentava esta tertúlia há vários anos devido a uma grave doença que o reteve em casa até à semana passada, mas tínhamos sempre notícias dele através do seu e nosso amigo, o poeta Jaima Gonçalves.
Em meu nome, em nome do Movimentum e da Junta de Freguesia da Cidade da Maia queremos deixar o nosso pesar e expressar a toda a família a nossa solidariedade, nestes momentos de dor.

Em homenagem ao amigo Inocêncio Vidal deixo este poema, do seu livro INQUIETUDE EXPLÍCITA:


DESPEDIDA

Jovens plantas
De velhas raízes
Saúdo-vos
No crepúsculo da tarde.

Breves foram os dias
De desbravar florestas

Tempestades desfeitas
Com esgares de raiva

Suores de Angústia
Na manhã fria

Serena bonança
De perenes conquistas

Seiva elaborada
De troncos caídos

Brisas frescas
Afagando ramagens

Frutos silvestres
De bagas maduras

Assim escrevemos a vida
Assim recomeçamos a vida
No entardecer
Do nosso adeus.

Inocêncio Vidal

Até sempre, amigo Inocêncio Vidal. Descansa em Paz.

José, Milú e Sónia Gomes, Maria Mamede, Movimentum - Arte e Cultura e Junta Freguesia da Cidade da Maia.


Deu-se início à esta Noite de Poesia com Mário Jorge a cumprimentar todos os presentes, desejando que as férias tivessem sido felizes e reconfortantes.

Colaboraram nesta noite os poetas:
José Gomes, Teresa Vaz, Pedro Cabral, Fernando Oliveira, Guilherme Garrincha, Hermínio Teixeira (que nos elucidou sobre o seu trabalho dedicado ao estudo e desenvolvimento das "árvores genealógicas"), Dulce Morais (que, além do seu poema sobre o tema declamou um poema da poetisa Adelina Viana, presente aqui nesta noite),  José Oliveira Ribeiro, Jaime Gonçalves (que dedicou o poema "A um amigo que partiu - Inocêncio"), Leonel Olhero, Silvino Figueiredo e José Carlos Moutinho.

Colaboraram na "Poesia na Net" os poetas:
João Diogo e Fernanda Maia.

Manuel Bastos preencheu e encantou os presentes com a sua vos e a sua música na rubrica "Momentos Musicais".


A próxima Noite de Poesia em Vermoim foi marcada para o dia 7 de Outubro de 2017 e o tema é: FINDAM AS COLHEITAS.

Então, até lá,

Um abraço,
José Gomes

segunda-feira, 3 de julho de 2017

José Silva canta e encanta no lançamento da IV Antologia das NPVermoim




Estes são os vídeos que tirámos no sábado à noite.
As fotografias poderão consultar na nossa nova página do FB, em
https://www.facebook.com/movimentum93

Um abraço,
José e Sónia Gomes

domingo, 2 de julho de 2017

NOITES DE POESIA EM VERMOIM - IV ANTOLOGIA


Nesta noite foi feito o lançamento da IV Antologia das Noites de Poesia em Vermoim - 2014 a 2016.
66 pessoas (entre poetas e convidados) deram uma moldura humana, aquecendo agradavelmente este nosso Serão.
A  mesa foi composta por José Gomes, Mário Jorge e Dra. Olga Freire que fizeram referência aos 18 anos de história das Noites de Poesia.

José Gomes fez o elogio fúnebre do Poeta Armindo Cardoso que terminou com todos de pé e uma longa salva de palmas destinadas ao poeta recentemente falecido:


O Poeta Armindo Cardoso, esposa e filhos

Cumpre-me informar os nossos poetas e amigos que o Poeta Armindo Cardoso partiu hoje (19 de Junho) do nosso convívio. O seu corpo está na capela mortuária da Igreja da Senhora da Hora. O funeral será amanhã, 20 de Junho de 2017, às 11 horas.

Para ti, caro amigo, deixo-te com este pensamento de uma das tribos dos Índios da América do Norte:

"(...) A Noite não é inimiga do Dia, tal como a morte não é inimiga da vida. É preciso o encontro do Fogo e da Água, do Sol e da Humidade para criar um Arco-Íris."

Até sempre, amigo Armindo Cardoso. Descansa em Paz.

José e Milú Gomes, Maria Mamede, Movimentum - Arte e Cultura e Junta Freguesia da Cidade da Maia.
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Obrigada pelo alerta Zé.
Bonita homenagem e uma citação e modo de pensar que compartilho na íntegra. Desejo PAZ e serenidade para a família porque ele já nela está. Até um destes dias.
Conceição Paulino

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Encontrámo-nos casualmente na sala de espera da Clipóvoa (Boavista) e metemos conversa. Claro que teria forçosamente de falar-se de "poesia".
Achei-o muito "em baixo". Aqui a esposa "segredou-me" que lhe havia dado um "A.V.C."
(...) - Quando vai até nós, às nossas tertúlias?Ao que ele respondeu -"nunca mais"!...
Cumpriu-se a profecia. Deixou-nos para sempre!
Jamais aquele lugar ao "fundo" da sala será por ele ocupado, nem responderá à chamada ao ambão para apresentar o seu poema!...
Não estive cá no fim-de-semana e só hoje soube do infausto acontecimento. Tenho pena de não ter podido acompanhá-lo à última morada para o último adeus...
Conformação para nós os amigos e companheiros comungantes do mesmo gosto...
Resignação para os seus familiares pela perda do seu ente querido
Até SEMPRE caro amigo.

Jaime Gonçalves

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Que o amigo Poeta repouse em Paz e que sua alma brilhe para todo o sempre no reino dos Céus. Nossos desejos (meus e da Lourdes) são o reflexo da Fé e da Razão deixados num lembrete de flores e Poesia pelo nosso colega e amigo das Noites Poéticas de Vermoim. Vai em Paz, amigo...


João Diogo - Brasil

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Irene Lamolinairie, Jaime Gonçalves, José Oliveira Ribeiro e Silvino Figueiredo declamaram os seus poemas, da Maria Mamede, Teresa Vaz e José Carlos Moutinho.
José Silva abrilhantou a noite cantando música de intervenção (podem deliciar-se nos vídeos anexos).

A Noite terminou com a distribuição da Antologia aos poetas e aos amigos presentes, seguida dos autógrafos.


Obs:
É com muito gosto que apresentamos um novo membro do Movimentum: o Facebook!!! (quem diria) - podem visitar-nos na novíssima Página do Movimentum e não se esqueçam de nos seguir, deixar um comentário (ou um poema...) e de divulgar pelos vossos amigos (enquanto estes vossos amigos vão esmiuçando estas lides facebookianas...).

A próxima "Noites de Poesia em Vermoim" será no Sábado, dia 2 de Setembro às 21:30h, no local habitual! O tema é VINDIMAS!

A partir do mês de Junho o Movimentum tem mais um elemento activo: SÓNIA ALEXANDRA GOMES. Cheia de boas ideias e com um gosto estético que vos irá agradar. Sê bem vinda, Sónia.

Boas férias e até Setembro.

Um abraço
José e Sónia Gomes