segunda-feira, 21 de março de 2011

Olá, Primavera!

Que bom chegar à janela e sentir este grande abraço do rei-Sol! Bom dia Primavera! 
Bom dia, DIA DA POESIA!


GLÓRIA


Depois do Inverno, morte figurada,
A primavera, uma assunção de flores.
A vida
Renascida
E celebrada
Num festival de pétalas e cores.

Miguel Torga


Um abraço,
José Gomes

quinta-feira, 17 de março de 2011

Casa de Saramago em Lanzarote

18 de Março de 2011 - Lanzarote
Inauguração da Casa de José Saramago

Casa José Saramago - Lanzarote
Amanhã, 18 de Março de 2011, é inaugurada em Lanzarote a Casa de José Saramago, um complexo que integra a casa e a biblioteca do escritor.

Às 17,00 horas terá lugar uma visita à Casa José Saramago para os meios de comunicação e convidados, seguida de uma conferência de imprensa na Sala de Reuniões da Biblioteca.

Às 20,00 horas a Casa de José Saramago será inaugurada oficialmente.

Estarão presentes, para além de outros convidados, os editores da obra de José Saramago em Portugal, Espanha e Itália, assim como António Costa, presidente da Câmara de Lisboa.


Biblioteca da Casa José Saramago - Lanzarote
Para assinalar a data, foi realizado este pequeno vídeo, que pode ser visto aqui.


O Rui que me desculpe, mas para divulgar José Saramago valeu a pena cometer este "crime"...

Um abraço,
José Gomes

terça-feira, 8 de março de 2011

Para ti, Mulher, neste teu dia.


Quero render uma sincera e humilde homenagem a todas as Mulheres. Por isso escolhi este soneto de FLORBELA ESPANCA e com ele saúdo a MULHER em toda a sua expressão de beleza, os seus sentimentos, o seu espírito de luta, a sua firmeza e a sua abnegação.

                 A Mulher

Ó Mulher! Como és fraca e como és forte!
Como sabes ser doce e desgraçada!
Como sabes fingir quando em teu peito
A tua alma se estorce amargurada!

Quantas morrem saudosa duma imagem.
Adorada que amaram doidamente!
Quantas e quantas almas endoidecem
Enquanto a boca rir alegremente!

Quanta paixão e amor às vezes têm
Sem nunca o confessarem a ninguém
Doce alma de dor e sofrimento!

Paixão que faria a felicidade.
Dum rei; amor de sonho e de saudade,
Que se esvai e que foge num lamento!