terça-feira, 31 de julho de 2007

A chegada do Homem à Lua

Aldrin prepara-se para desembarcar

Em 20 de Julho de 1969 o astronauta americano Neil Armstrong, de 38 anos, entrou para a história como o primeiro homem a pisar a Lua e avistar a Terra de lá.

A bordo da nave Apolo XI, ele, Edwin Aldrin e Michael Collins aterraram na Lua após terem levantado voo em 16 de Julho do mesmo ano.

Como comandante da Apolo XI, Armstrong pilotou o módulo lunar com Aldrin, enquanto Collins permaneceu no outro módulo em órbita lunar. Durante duas horas e meia, os dois recolheram amostras do solo lunar, fizeram experiências e tiraram fotografias.

O mundo inteiro permaneceu em alerta naquele dia. Nada menos que 850 jornalistas de 55 países registaram o acontecimento. Estima-se que cerca de 1,2 bilhão de pessoas testemunharam, via satélite, a alunagem, considerada impossível tempos atrás. Muitos ainda hoje duvidam que tal facto tenha realmente acontecido, mesmo com tantas outras missões tripuladas que se lançaram no espaço, após Armstrong ter colocado o seu pé esquerdo, coberto pela bota azul, no chão fino e poroso do solo lunar.

Pegada do Homem na Lua - Apollo 11


"Este é um pequeno passo para o homem, um gigantesco salto para a humanidade" ("That's one small step for man, one giant leap for mankind"), frase dita pelo astronauta e ouvida no mundo inteiro.



Aldrin, em pleno solo lunar, posa para toda a Humanidade


Nota importante: não se esqueçam de ligar o som...

terça-feira, 17 de julho de 2007

“Vazios da Indústria” – II Exposição Colectiva de Fotografia

“Vazios da Indústria” – II Exposição Colectiva de Fotografia

Vazios! Policromia em olhos e mãos de Artista! Encantaram-me os vazios cheios de sombras e cor; vazios também poéticos… restos de um Passado, de muitos passados. Como tudo o mais da Vida: apogeu e queda é a beleza que resta!

Parabéns! Abraços da Maria Mamede

(in Livro de Visitas)


Fotografia de Manuel Correia

Subidas as escadas em direcção ao Salão Nobre do Flor de Infesta deparei a foto de um azulejo muito antigo em que figuras do Passado sonham com um Futuro que já se esfumou nas incertezas do Presente… apenas restam cacos sem nexo de indústrias abandonadas, peças da História retalhada!... onde Ontem fervilhava Vida, Hoje apenas restam ferros retorcidos, vidros que romperam os pés dos fotógrafos que devassaram a tétrica solidão das paredes e do chão perdido na negrura dos Tempos!

Seis painéis vestidos de preto contam em fotografias 20x30 e 30x40 a história de chaminés, escadas, vidros estilhaçados, portas, restos de papeladas espalhadas pelo chão, máquinas e engrenagens que já deram vida a paredes ou a interiores de fábricas que Ontem abrigaram e foram fonte de subsistência de multidões de trabalhadores… Hoje graças ao progresso e à globalização não passam de fantasmagóricas recordações de um Passado que não chegou a conhecer o Futuro de Vida a que tinham direito!

Façam essa viagem pelo Tempo através das fotografias expostas nos painéis da II Exposição Colectiva de Fotografia “Vazios da Indústria”.

Para conhecer as fotos, os fotógrafos e o projecto cliquem neste link:

http://vazios.kiquezas.net/

Nota:

Fui atraído por uma dúzia de pessoas que, de pé, viam com muita atenção as imagens que passavam na televisão. Também eu fiquei grudado por uma sucessão de fotografias que passavam no pequeno écran, acompanhadas por um fundo musical que nos prendia. Mais de uma centena de fotos passaram no vídeo que acompanha esta II Exposição Colectiva. Um trabalho assinado pela Zia (Sónia Gomes) e que mostra os trabalhos dos fotógrafos Alberto Martins, Carla Carvalheira, José Gomes, Luciana Santos, Maria Lourdes Gomes, Manuel Correia, Paulo Moreira e Sónia Gomes.

Recomendo, neste vídeo, o tema “Graffitis” que nos relata o aspecto surrealista do interior das fábricas fotografadas.

José Gomes

domingo, 1 de julho de 2007

Pensamento...

(Fim de tarde - Praia do Molhe - Foz do Douro)

Pensamento…

“No passado, as vastas solidões foram muitas vezes povoadas por cidades poderosas. Hoje delas só restam ruínas e essas ruínas acabam mesmo por se confundir com a terra eternamente virgem. Não importa os homens que passam. Basta que o Espírito sopre sobre eles para deixarem de existir! Então os filhos da Terra tomarão novamente a posse da Terra e os tempos passados tornar-se-ão novos.”

(in “Sabedoria Ameríndia”)

" No Trilho do Sol" - Quinta do Bill

José Gomes